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Juntem as mãos

Somos um erro, não somos? A imagem única e refletida do caos, a incerteza sobre os sorrisos e o aguardo pelo abraço salgado das lágrimas. Alguém escolheu suas chagas? Alguma delas não foi escolhida? Olhem a mão de todos, o sangue ainda está lá, mãos munidas de chicotes se espalham, o luar cansou de ouvir seus estralos, você não sabe onde acertou também, não? Você também sente dor? Você vê algum nome em suas cicatrizes? Não importa, esqueça disso por um instante, venha comigo, beba comigo, vamos conhecer o asfalto que nos cerca, vamos esquecer o mundo que criamos, vamos deixar de ser quem nos tornamos. Ilusões nunca foram tão reais, uma viva a todos eles, sim, os momentos banais. Não tente manter seu equilíbrio, se perca em passos sem endereço, se juntem, irei lhes apresentar um novo terço! Rezem à Protetora dos bêbados e mau amados, aqui nenhuma lágrima é esquecida e todos os homens são amparados.
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Atualizado em: Seg 25 Out 2021

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